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janeiro 6, 2008 on 4:01 pm | In Jahd Histories | No Comments
Historinha de trem. Estou eu na Sé e encontrei um velho amigo da escola, o Rafa (Batboy da Banda The Step Kids). Conversa vai, vem, volta e chegamos a etapa do trabalho. Ele me conta que esta trabalhando como telemarkething receptivo de uma empresa de alarmes, AMG. Como funciona o serviço? Você gasta seu rico dinheirinho colocando um alarme, quando faz isso pode fechar um pacote para sua casa/estabelecimento em que “ganha” um “botão do panico”. Serve para quando você estiver sendo assaltado, discretamente apertar o botão e ativar o sistema de segurança. Como o botão é uma coisa muito sensivel, o protocolo funciona da seguinte forma. Você clica o botão, Um monitor (ou receptivo) Ira telefonar para você para pedir o codigo de aborto (caso seja um alarme falso). O codigo de aborto normalmente é uma palavra simples e idiota, tipo EVEREST. Mas se vc esta sendo coagido, vc pode simplesmente não atender o telefone, ou atender e falar qualquer coisa q não tenha nada com a resposta, tipo: “ele viajou, quer deixar recado?” Otimo o caso é o seguinte. Num dia de trabalho normal, o vizinho de mesa dele recebeu um chamado. Seguindo as normas de protocolo normais, O rapaz retornou o chamado e fez a fatidica pergunta: Codigo de aborto por favor? A resposta foi algo do tipo: “ESTOU SENDO ASSALT…BUM!” O cara tomou um tiro na cabeça. E o atendente? Começou a correr pelo call center gritando “MEU DEUS O CARA MORREU, EU MATEI O CARA!!!” Imagine o desespero do pobre garoto… Logo, esse post ocioso de domingo nos faz lembrar que: Sadismo é engraçado, e nunca grite no telefone quando esta com uma arma na cabeça…=D
janeiro 1, 2008 on 11:31 pm | In Jahd Histories | 2 Comments
Bem… Primeiro acho que devo me apresentar não? Jahdiel Ramires, nascido em 08/11/89, filho de Izilda Costa e Jarbas Ramires, Psicologo, de Escorpião e fumante. Sou um dos colaboradores do blog, e tambem em breve colunista.
Minha coluna vai visar, em maxima, cronicas e reflexoes do nosso caos paulista E como presente desse começo de ano Apresento minha reflexão de fim de ano
Espero que gostem.
O Show Acabou:
Final do ano é uma época engraçada não é? Acredito que desde o dia em que nossas “fichas caem” com a informação de que mais um ano esta se acabando, que nossa “Poupança Anual” de 365 dias está para se findar, olhamos o mundo com uma forma diferente (até o próximo ano começar efetivamente, acredito eu que perto do carnaval…).
Fim do ano trás a mesma nostalgia reflexiva de um espelho, no dia frio que acordamos assustados para trabalhar, levantando de nossas camas quentinhas e nos vemos forçados a encarar aquele velho carrancudo, feio e mal humorado que observamos no espelho toda a manha. Faz pensarmos que estamos envelhecemos que logo mais nossos olhos registrarão a ultima informação assimilada, e assim iremos para a eternidade, voar livremente ao som de harpas angelicais, ou tostar bem dolorosamente no mármore do inferno. Não importa.
A única coisa que importa no fim do ano, bem mais que aqueles votos vazios, é algo que, em teoria, deveríamos todos fazer a todo o momento.
Pensar.
Sim, isso mesmo, pensar. Afinal, a atitude automática que tomamos todos os dias ( Levanta, Corre, Trabalha, Come, Reclama, Corre, Estuda, Come, Dorme e às vezes sonha que vai ter que levantar) não passa de um instinto reflexivo do nosso ser. Não há a arte do pensar em nada do que fazemos muito menos a do refletir.
Reflexão… Há mas que delicia! Encarar frente a frente à única pessoa que torna seus dias mais difíceis, seus namoros mais curtos, suas ressacas mais doloridas, suas dividas maiores e acima de tudo diz saber o que faz, e ainda podemos falar em seu rosto qualquer ofensa que pensamos que ela mereça escutar, pois na maioria dos casos (repito, maioria) ela não ira reagir. O nosso querido, e algumas vezes detestado, eu. Pois hoje vesti minha roupa de batalha, olhei meus olhos (cansados já, pobrezinhos) e fiz meu balanço anual. Nada mais clichê, nem mais cafona; mas se você for homem ou mulher o suficiente para me condenar por isso, atire a primeira pedra. Cheguei à conclusão que quanto mais se ganha, maior a possibilidade de perder. Que a liberdade tem seu preço, e às vezes custa a própria liberdade, que a faculdade é um lugar que você aprende bem mais do que é ensinado, que amigos vão e vem, e nem sempre existem os que ficam, que se você for simpático você pode ser ou o maior canalha canastrão, ou uma pessoa bem social e até as duas coisas ao mesmo tempo. Que ficar com duas melhores amigas sempre da encrenca, que você pode se apaixonar pela mesma pessoa mais de uma vez, que você pode esquecer e se adaptar, mas as cicatrizes (“Que são a prova de que tentamos, erramos e crescemos”) sempre estarão lá. Que se você beber demais, realmente pode esquecer o que você fez, e que se você esquecer, vai perceber como 2 horas fazem falta pelo resto da sua vida. Descobri que algumas coisas valem bem mais que os castigos que elas trazem, que brincar com os sentimentos dos outros é uma brincadeira perigosa, que sou bem mais do que eu nunca imaginei, que posso levar meus sonhos nas costas, e os seus também.
Minha reflexão de fim de ano?
É que às vezes olhamos para dentro e não gostamos do que vemos. E às vezes… gostamos
Sobrevivi a Guerra Sobrevivi a Você Que venha 2008
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